sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nutrição e Alimentação - Visita à padaria Lemos (Crianças da sala dos 5 anos do Jardim de Infância de São Nicolau - Mesão Frio

Pão
O pão é um alimento elaborado com farinha, geralmente de trigo ou outro cereal, água e sal, formando uma massa com uma consistência elástica que permite dar-lhe várias formas. A esta mistura básica podem acrescentar-se vários ingredientes, desde gordura a especiarias, passando por carne (geralmente curada), frutas secas ou frutas cristalizadas.










Visita à padaria Lemos - Crianças da sala dos 5 anos do Jardim de Infância de São Nicolau, Mesão Frio.















Sala dos 5 anos do Jardim de Infância de São Nicolau - Mesão Frio.
Docente São Flor
História do Pão
Segundo os historiadores o pão teria surgido juntamente com o cultivo do trigo, na região da Mesopotâmia, onde actualmente está situado o Iraque. Supõe-se que a princípio o trigo fosse apenas mastigado.
Acredita-se que os primeiros pães fossem feitos de farinha misturada ao fruto do carvalho a que se chama bolota ou noz. Seriam alimentos achatados, duros, secos e que também não poderiam ser comidos logo depois de prontos por serem bastante amargos. Assim, talvez fosse necessário lavá-los em água fervente por diversas vezes antes de se fazer as broas que eram expostas ao sol para secar. Tais broas eram assadas da mesma forma que os bolos, sobre pedras quentes ou em baixo de cinzas.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

III Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura


III Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura

Realiza-se, na Fundação Calouste Gulbenkian, nos próximos dias 22 e 23 de Outubro a III Conferência Internacional do Plano Nacional de Leitura.
A apresentação de projectos de promoção da leitura e a avaliação externa do programa serão algumas das questões a abordar nesta terceira edição da conferência do PNL.
Consultar programa >>

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Vídeo Clube da Leitura

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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

O CAMINHO DAS LETRAS


O Caminho das Letras é um sítio electrónico lançado pelo Ministério da Educação para estimular a aprendizagem da leitura. Resultou de uma parceria entre o Programa Nacional de Ensino do Português (PNEP), o Centro de Investigação para Tecnologias Interactivas - CITI e o Plano Nacional de Leitura - PNL

Oferece às crianças a possibilidade de percorrerem um surpreendente universo de imagens, textos e sons muito apelativos, que lhes despertarão a curiosidade pelas letras, pelas palavras e pelos textos.

Oferece aos educadores e às famílias um instrumento educativo, que irão gostar de descobrir em agradável convívio com as crianças facilitando os primeiros passos no caminho da leitura. O Caminho das Letras foi concebido por uma equipa de especialistas coordenada por Inês Sim-Sim e Carlos Correia, tem música original de José Mário Branco e foi executado graças à colaboração de artistas plásticos, actores e técnicos em I& D.

ENTRADA
(Informação do site do PNL)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Só para Pais (com filhos no Jardim de Infância)


Eduardo Sá (Psicólogo)

Só para Pais (com filhos no Jardim de Infância)

1. “Proibido insultar o jardim-de-infância chamando-lhe “escolinha”. Em primeiro lugar, porque é uma escola. Em segundo, porque todas as escolas ganhavam se ligassem Brincar com aprender.

2. É proibido que os pais imaginem que o jardim-de-infância serve para aprender a ler e contar. Ele é útil para aprender a descobrir os sentimentos. Para aprender a imaginar e a fantasiar. Para aprender com o corpo, com a música e com a pintura. E para brincar. Uma criança que não brinque deve preocupar mais os pais do que se ela fizer uma ou outra birra, pela manhã ao chegar.
3. O jardim-de-infância assusta as crianças sempre que os pais – como quem sossega nelas os medos deles por mais um dia de jardim-de-infância – lhes repetem: ” Hoje vai correr tudo bem!”

4. Os pais estão proibidos de despedir-se muitas vezes das crianças, ao chegarem todos os dias. E é bom que se decidam: ou ficam contentes por elas correrem para os amigos ou ficam contentes por elas se agarrarem ao pescoço deles, com se estivessem prestes a ser abandonadas para sempre.

5. É proibido que as crianças vão dia-sim dia-não ao jardim-de-infância. E que vão, simplesmente, quando os seus caprichos infantis vão de férias. E que não vão ” só porque sim”. O jardim-de-infância não é um trabalho para os mais pequenos. É uma bela oportunidade para os pais não se esquecerem que se pode amar o conhecimento, namorar com a vida, nunca ser feliz sozinho e brincar, ao mesmo tempo.

6. No jardim-de-infância não é obrigatório comer até à última colher; nem dormir todos os dias. E não é nada mau que uma criança se baralhe e chame pai/mãe ao educador/a (ou vice-versa).

7. Os pais estão obrigados a estar a horas quando se trata duma criança regressar a casa. Prometer e faltar devia dar direito a que os pais fossem sujeitos classificados como tendo necessidades educativas especiais.

8. Os pais não podem exigir aos filhos relatórios de cada dia de jardim-de-infância. Mas estão autorizados a ficar preocupados se as crianças forem ficando mais resmungonas, mais tristonhas ou, até, mais aflitas, sempre que regressam de lá. E estão, ainda, autorizados a proibir que o jardim-de-infância só se abra para eles durante as festas.

9. O jardim-de-infância é uma escola de pais. E um lugar onde os educadores são educados pelas crianças. Um lugar onde todos se educam uns aos outros não é uma escola como as outras. É um Jardim-de-Infância.

10. Um dia, num mundo mais amigo das crianças, todas as escolas serão jardins-de-infância!”

Eduardo Sá (Psicólogo)

«Eduardo Sá é psicólogo clínico, psicanalista e professor de psicologia clínica na Universidade de Coimbra e no Instituto Superior de Psicologia Aplicada, em Lisboa. Tem uma longa experiência de acompanhamento de fetos e de bebés, de crianças, de adolescentes e das suas famílias. Director da Clínica Bebés & Crescidos.
Tem colaborado regularmente na imprensa, nomeadamente nas revistas “XIS”, do jornal Público, Adolescentes, e actualmente na “Notícias Magazine”, do Diário de Notícias. Publicou Manual de Instruções para uma família feliz, Más maneiras de sermos bons pais, Psicologia dos pais e do brincar, A maternidade e o bebé, A vida não se aprende nos livros, Tudo o que o amor não é, Chega-te a mim e deixa-te estar, Crianças para sempre e, em co-autoria, O melhor do mundo.»

Está na Hora dos Livros

Pré-Escolar
Programa para Jardins de Infância

O Agricultor e a Mala Viajante

Era uma vez um agricultor chamado Manuel Francisco.
Ele vivia numa quinta perto da Régua.
Certo dia encontrou uma mala que andava a conhecer o mundo, era uma mala viajante.
O agricultor gostou tanto da mala que decidiu ir viajar com ela.
Foi à sua quinta, recolheu legumes e outros produtos e partiram muito felizes.
Depois de muito andar entrou num colégio cheia de meninos curiosos que lhe fizeram muitas perguntas. Então o Sr. Manuel Francisco mostrou a sua mala e tudo o que trazia no seu interior: alfaces, tomates, batatas, cebolas, maçãs, marmelos, limões, nabos, couves, leite e ovos.
Depois de explicar como tratava das suas plantas e dos seus animais, convidou os pequenos agricultores a fazer uma sementeira e uma plantação. Todos muitos entusiasmados semearam nabos e alfaces e plantaram couves.
Agora, todos os dias os pequenos agricultores regam as suas plantas e as suas sementes e o Sr. Manuel Francisco já voltou para a sua quinta, porque estava com saudades dos seus animais e das suas plantas.
A mala viajante gostou tanto, tanto do colégio que decidiu ficar para ir conhecer a casa de cada menino.
Pozinhos de perlimpimpim e a história chegou ao fim.

Clube Leituras SENTIR DOURO

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quarta-feira, 23 de setembro de 2009